Inseminação Artificial

A inseminação intrauterina é indicada para o casal em que o homem tem uma alteração leve a moderada dos espermatozoides. Também é usada quando há uma pequena alteração na mulher, como endometriose leve, ou mesmo em situações em que não encontramos uma causa clara de infertilidade (infertilidade sem causa aparente).

É um tratamento intermediário em reprodução humana. A primeira etapa é a indução da ovulação, que é feita com medicações. Neste período, o crescimento dos folículos (estruturas que contém o óvulo) é controlado por exames de ultrassonografia

Quando o folículo atinge um tamanho adequado, aplica-se uma última medicação, que desencadeará a ovulação propriamente dita e se agenda o procedimento.

A inseminação intrauterina consiste na injeção do sêmen previamente preparado,  processamento seminal com a separação dos espermatozoides móveis daqueles imóveis, das células imaturas ou de restos celulares. O sêmen então é colocado dentro do útero da mulher, utilizando-se um cateter delicado. O teste de gravidez é feito após 14 dias.

 

A inseminação intrauterina é indicada para o casal em que o homem tem uma alteração leve a moderada dos espermatozoides. Também é usada quando há uma pequena alteração na mulher, como endometriose leve, ou mesmo em situações em que não encontramos uma causa clara de infertilidade (infertilidade sem causa aparente).

É um tratamento intermediário em reprodução humana. A primeira etapa é a indução da ovulação, que é feita com medicações. Neste período, o crescimento dos folículos (estruturas que contém o óvulo) é controlado por exames de ultrassonografia

Quando o folículo atinge um tamanho adequado, aplica-se uma última medicação, que desencadeará a ovulação propriamente dita e se agenda o procedimento.

A inseminação intrauterina consiste na injeção do sêmen previamente preparado,  processamento seminal com a separação dos espermatozoides móveis daqueles imóveis, das células imaturas ou de restos celulares. O sêmen então é colocado dentro do útero da mulher, utilizando-se um cateter delicado. O teste de gravidez é feito após 14 dias.

h3>A inseminação artificial é indicada para pacientes que apresentam dificuldades em conseguir uma gravidez espontânea, devido a problemas como:

  • Defeitos no colo do útero decorrentes de processos inflamatórios
  • Alterações ovulatórias na mulher, onde o companheiro não apresente alterações na qualidade do sêmen, ou apenas alterações leves do sêmen,
  • Muco cervical hostil – Pode ser espesso e pegajoso, ou muitas vezes ácido demais para que os espermatozoides resistam
  • Distúrbio discreto na qualidade do sêmen
  • Infertilidade sem causa aparente

A funcionalidade das trompas deverá ter sido avaliada, através de exames como a histerosalpingografia (exame radiológico) ou a histerossonografia (exame de ultrassom com o uso de soro fisiológico).

O sêmen é “capacitado”, procedimento realizado em laboratório especializado de fertilidade, buscando separar os melhores espermatozoides, isolando-os de células mortas e espermatozoides defeituosos.  É depositado na cavidade uterina no momento da ovulação, que foi monitorizada por ultrassonografias, com o uso de uma seringa adaptada a um cateter especial (um tubo extremamente fino). Busca-se dessa forma colocar os espermatozoides selecionados próximo às trompas. Todo o processo de inseminação artificial é feito de maneira que facilite ao máximo o encontro dos espermatozoides com os óvulos.

Apesar de todos os avanços tecnológicos, da evolução da medicina, geralmente o índice de sucesso varia de 10% a 20% por ciclo de inseminação intrauterina.

Sugere-se tentar de dois a três ciclos com a inseminação intrauterina e, caso a gestação não ocorra, recomenda-se FIV (Fertilização in vitro).