Dr. César Pinheiro

CRM/SP 173843 · RQE 96862

Médico Ginecologista e Especialista em Reprodução Humana de Casos Complexos

Ajudando famílias a começarem sua história

Acompanhamento seguro e humanizado em Reprodução Humana para mulheres, casais e famílias.

Avaliação completa da fertilidade feminina e masculina

Acompanhamento humanizado para casais, mulheres solo e homoafetivas

Ética, ciência e empatia em cada etapa do tratamento

Por que escolher o Dr. César Pinheiro?

Especialista em Reprodução Humana com mais de 20 anos de experiência em atendimento nacional e internacional. Realiza acompanhamento completo em casos de infertilidade conjugal, oferecendo uma jornada segura, ética e individualizada para quem deseja engravidar.

O que fazemos

O Dr. César Pinheiro atua exclusivamente em Reprodução Humana, oferecendo avaliação completa da fertilidade, diagnóstico preciso e tratamentos personalizados. O cuidado é integral e baseado em ciência, sempre com acolhimento e clareza em cada etapa da jornada.

Mais de 20 anos cuidando da saúde reprodutiva.

Transformando desafios em conquistas para a sua família, tratando:
Cuidando de você em cada etapa da jornada

Conheça alguns dos serviços oferecidos pelo Dr. César.

Transformando vidas, realizando sonhos

Relatos reais de quem encontrou acolhimento, confiança e resultados no tratamento.

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Estamos juntos nessa jornada
01
Conversa acolhedora

Iniciamos com um diálogo acolhedor, para compreender seus objetivos e esclarecer suas dúvidas.

Exames com cuidado

Realizamos os exames necessários na clínica, com cuidado, atenção e acolhimento.

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Plano personalizado

Elaboramos um plano de tratamento personalizado, alinhado aos seus desejos e necessidades.

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Acompanhamento próximo

Acompanhamos você em todas as etapas, oferecendo apoio e tranquilidade durante todo o processo.

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Manual da infertilidade

Conteúdos criados para orientar com responsabilidade e clareza cada etapa da avaliação da fertilidade.

É responsável por aproximadamente 35% dos casos de infertilidade do casal.

Com o surgimento da técnica de injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), em 1992, a investigação das causas da infertilidade masculina passou a ter papel fundamental.

Condições como varicocele, obesidade, exposição a fatores ambientais (poluentes e agrotóxicos), tabagismo, além de doenças sistêmicas e genéticas, estão associadas a alterações nos espermatozoides.

Aderências pélvicas e alterações nas tubas uterinas ocorrem, principalmente, em decorrência de algumas infecções genitais e da endometriose. Estima-se que a endometriose esteja presente em aproximadamente 30% das mulheres com infertilidade.

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) afeta aproximadamente 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva. A obesidade também está associada à infertilidade, principalmente por causar alterações na ovulação.

Além disso, outras condições podem interferir no processo ovulatório, como o hipertireoidismo ou hipotireoidismo, a hiperprolactinemia e doenças genéticas, a exemplo da síndrome do X frágil.

A endometriose ovariana, conhecida como endometrioma, representa ainda um fator relevante, pois pode comprometer tanto a reserva ovariana quanto a qualidade dos óvulos.

Malformações do útero, determinados tipos de miomas, pólipos endometriais, sinéquias e processos inflamatórios do endométrio podem prejudicar a implantação dos embriões.

A idade é o principal fator isolado que influencia a fertilidade feminina.

Com o passar dos anos, ocorre uma redução gradual do número de óvulos, conhecida como reserva ovariana, além de um declínio na qualidade dessas células.

A partir dos 35 a 37 anos, de forma estatística, observa-se queda da capacidade reprodutiva, acompanhada de maior risco de abortamentos e de alterações congênitas.

Dúvidas frequentes de mulheres e famílias

Infertilidade é definida quando o casal não consegue engravidar após um ano de relações sexuais sem o uso de métodos contraceptivos.

Atualmente, recomenda-se evitar o termo “esterilidade”, pois ele transmite a ideia de uma condição definitiva e irreversível, o que nem sempre corresponde à realidade.

Quando, após um ano de relações sexuais regulares e sem o uso de métodos contraceptivos, a gravidez não ocorre, é indicado que o casal procure um especialista em reprodução assistida para iniciar a investigação conjunta.

Para mulheres com mais de 35 anos, esse período recomendado é menor, sendo de aproximadamente seis meses, e não de um ano.

Nos casos de histórico de endometriose, irregularidade menstrual ou quando já existe diagnóstico prévio de alterações no sistema reprodutor masculino ou feminino, a orientação é buscar o especialista de forma imediata.

Além do fator responsável pela dificuldade em engravidar, o tempo de infertilidade e a idade da mulher são aspectos determinantes na definição da opção de tratamento mais adequada.

Com o avanço da idade, ocorre redução progressiva da reserva ovariana e da qualidade dos óvulos, o que influencia tanto as chances de sucesso quanto a escolha da estratégia terapêutica. Mulheres mais jovens, em geral, respondem melhor aos tratamentos, enquanto após os 35 anos pode ser necessário optar por abordagens mais avançadas para aumentar as chances de gravidez.

Os efeitos nocivos do tabagismo à saúde são bem conhecidos, e o fumo também compromete a fertilidade do casal.

Mulheres fumantes têm maior risco de infertilidade e levam mais tempo para engravidar. A exposição passiva ao cigarro causa prejuízos semelhantes aos do tabagismo ativo. O fumo pode danificar os ovários, antecipar a menopausa, alterar hormônios e afetar geneticamente os óvulos.

Além disso, está associado a maior risco de aborto, gravidez ectópica, parto prematuro e baixo peso ao nascer. Mesmo em tratamentos de fertilização in vitro, fumantes costumam ter menos óvulos, menores taxas de implantação e gravidez, além de necessitar mais medicação.

Por isso, homens e mulheres devem interromper o uso do cigarro ao menos dois meses antes de tentar engravidar, naturalmente ou com auxílio médico.

Isso varia de acordo com o grau de sensibilidade de cada mulher.

O exame que costuma causar maior desconforto é a histerossalpingografia, um exame radiológico com uso de contraste para avaliar a cavidade uterina e as tubas. Caso a dor seja intensa a ponto de dificultar sua realização, podem ser utilizados medicamentos como analgésicos e antiespasmódicos antes do procedimento. A qualidade do material empregado e a experiência do profissional também contribuem para reduzir o desconforto e a ansiedade durante o exame.

Já os tratamentos mais invasivos, como a fertilização in vitro (FIV) e a extração de espermatozoides, são realizados com anestesia.

O Conselho Federal de Medicina autoriza o uso das técnicas de reprodução assistida nesses casos, respeitando o direito do médico à objeção de consciência.

Pronto para dar o próximo passo?

Conteúdos criados para orientar com responsabilidade e clareza cada etapa da avaliação da fertilidade.

Locais de atendimento

Consultório

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São Paulo – SP

Av. Dr. Altino Arantes, 225 – Vila Clementino, São Paulo – SP
Horário: 1 dia/mês das 8h às 19h

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Brasília – DF

Centro Médico Lúcio Costa – SGAS 610 L2 Sul, salas 240-244
Horário: 1 dia/mês das 8h às 19h